terça-feira, 21 de setembro de 2010

Primeiros Povoados Portugueses

1503, Caravelas - BA (colonos)
1503, Cabo Frio - RJ  (fortaleza), na terceira expedição portuguesa
1531, Cananéia - SP
1531, Cachoeira-BA (cana de açúcar)
1532, São Vicente - SP, primeira vila oficialmente fundada no Brasil.
1532, Itanhaém - SP
1534, Nossa Senhora da Conceição, PE (sede Capitania Hereditária)
1535, Ilhéus - BA (sede Capitania Hereditária)
1535, Olinda - PE, cidade mais antiga do Estado
1535, Igarassu  - PE
1535, Vila Velha - ES, cidade mais antiga do Estado
1535, Porto Seguro (sede de capitania hereditária)
1536, Santa Cruz Cabrália - BA
1538, Iguapé - SP
1539, Vila da Rainha-RJ (próximo ao rio Itabapuana)
1543, Santos
1544, São Mateus  ES (colonização)
1549, São Salvador - BA
1551, Vitória - ES
1551, Espírito Santo - ES (atual Vila Velha)
1550 c. Santo André da Borda do Campo - SP (1ª povoação do interior do Brasil)
1554, São Paulo
1554, Santos
1555, Rio de Janeiro  (franceses)
1556, Angra dos Reis
1556, Serra - ES (colonização)
1558, Abrantes - BA (missão jesuíta)
1560. Mogi das Cruzes - SP
1560, Camumu - BA (missão jesuíta)
1561, Itanhaém - SP
1565, Penedo - AL, cidade mais antiga do Estado
1565, Magé - RJ
1567, Vila de Santo Antônio de Sá - RJ (primeira do interior do Estado)
1568, Goiana - PE
1573, Niterói - RJ
1575. Porto Calvo - AL (primeira Freguesia do Estado)
1580, Santana do Parnaíba - SP
1580, Nova Almeida - ES (missão jesuíta)
1585, João Pessoa - PB, cidade mais antiga do EStado (controle militar dos territórios)
1590, São Cristóvão - SE, primeira capital do Estado
1593 Santiago de Xerex, fundada por espanhóis (cidade mais antiga MS)
1594, Saquarema
1597, Parati -RJ (capela, porto, entreposto mineração)
1598, Natal

1600, Ubatuba - SP
1600, Aquidauana-MS (interiorização espanhola, pecuária)
1601, Cananéia - SP (missão jesuítica)
1603, Aracati - CE (fortaleza)
1608, Cairu - BA, capitania
1608.Almofala - CE (missão jesuítica)
1609, Maceió - AL
1610, Itu - SP
1610 c. Nova Cruz - RN (pouso boiadeiro)
1611, Marechal Deodoro - AL (defesa), depois 1ª capital do Estado
1611, São José dos Campos - SP
1612, São Luís - MA
1612, Fortaleza - CE
1614, Icatu-MA (construção de igreja após a expulsão dos franceses)
1615, Cabo Frio - RJ
1616, Belém, cidade mais antiga do Pará (fortaleza)
1617, Alcântara - MA (presídio)
1619, Barra de São João - RJ
1623, São Pedro da Aldeia - RJ
1625, Paço do Lumiar-MA (povoado mais antigo do Maranhão, fundado por Jesuítas)
1626, Alegrete - RS (missão jesuíta)
1630, Guaratinguetá - SP
1633, Silva do Caeté -PA (sede Capitania do Gurupi) hoje Bragança
1634, Macaé - RJ (jesuítas, catequese índios)
1635 c. Rio das Ostras - RJ (jesuítas)
1635, Cametá - PA
1637, Ubatuba - SP
1639, Taubaté-SP
1640, Paranaguá , cidade mais antiga do Paraná
1640 c. Almeirim - PA (forte holandês)
1648, Araçariguama – SP (ouro)
1650 c. Acaraú - CE (colonização, porto)
1653, Caraguatatuba - SP
1654, Curitiba
1654, Sorocaba-SP (colonos, convento)
1655, Jundiaí (colonos vindos de São Paulo)
1655, Jacareí - SP
1656, Parangaba - CE (missão jesuíta) atual bairro de Fortaleza
1657, Itu - SP
1658, São Francisco do Sul - SC (defesa), cidade mais antiga do Estado
1659, Arês - RN (missão jesuíta)
1661, Santarém - PA (jesuítas)
1665, Atibaia - SP (pouso bandeirante)
1668 circa, Santo Elias do Jaú - AM (missão jesuíta)
1669, Manaus, cidade portuguesa mais antiga do Amazonas
1670 c. Aracaju - SE (índios catequisados)
1674, Ibituruna - MG, primeiro povoado português do Estado
1675, Florianópolis - SC, 2ª cidade mais antiga do Estado (defesa)
1675 ,Sabará - MG (Bandeira paulista)
1676, Laguna - SC, 3ª cidade mais antiga do Estado (defesa)
1677, Campos dos Goytacazes - RJ
1682, São Borja, RS (jesuítas) povoado mais antigo do Estado
1683, Icó - CE (colonos baianos, 3ª vila da capitania)
1690 c. Arcozellos, PA (catequese)
1690 c. Alvarães, AM (missão jesuíta)
1692, Pouso Alto (bandeira)
1693, Porto Feliz - SP (colonos)
1695, Oeiras  - PI, mais tarde capital do PI
1695, Russas - CE (fortaleza)
1695, Atalaia - AL (colonos)
1695 c. Almeirim - PA (missão frades capuchos)
1696, Mariana, em 1711 se torna a primeira vila de Minas  Gerais
1696, Feira de Santana-BA (entreposto comercial)
1697, Campina Grande-PB (catequese indígena)
1698, Ouro Preto - MG (ouro)
1698 c. Araçatiba - ES (colonizadores)
1699, Parnaíba - PI
1699, Aquiraz - CE (primeira vila da capitania)

1701, Belo Horizonte (Arraial Curral del Rei)
1701, Brumal - MG (minas de ouro)
1702, Tiradentes - MG (bandeira paulista)
1702, Conceição do Mato Dentro-MG (minas de ouro)
1703, Serro - MG (minas de ouro)
1704, Ponta Grossa - PR
1704, São João del Rey - MG (minas de ouro)
1704, Santa Bárbara - MG (minas de ouro)
1705, Vilanova - RJ (missão jesuíta) próximo Itaboraí
1705 c. Amontada - CE (missão jesuíta)
1705 c. Antonio Pereira - MG (minas de ouro)
1705 c. Apiaí - SP (mina de ouro)
1705 c. Sumidouro - MG (minas de ouro)
1706, Juazeiro-BA (missão franciscana)
1706, Antonio Dias - MG (mina de ouro)
1707, Montes Claros-MG (fazenda)
1709 c. Arneiroz - CE (missão jesuíta)
1710 c. Coari - AM (missão jesuíta)
1710 c. Anadia - AL (colonização)
1711 c. Coronel Xavier Chaves (fazendas)
1712, São João d´El Rey - MG
1714, Antonina - PR (colonização)
1715 c. Campanha - MG (mineração)
1715 c. Baependi - MG (mineração)
1717, Aparecida - SP (pescadores)
1719, Cuiabá, cidade mais antiga do Estado (mineração)
1720, Vitória da Conquista - BA (mineração)
1721, Morretes - PR
1722, Diamantina - MG  (ouro e diamante)
1724 c. Apodi - RN (catequese de índios)
1725, Barbacena - MG
1726, Goiás Velho, primeiro povoado de GO (bandeiras, mineração)
1727, Pirenópolis-GO (mineração)
1728, Borba - AM (missão jesuíta)
1728, Abadia - BA (decisão real)
1728, Diamantino - MT (ouro e diamante)
1729, Coxim - MS (caminho da mineração de Cuiabá)
1729, Curitibanos - SC (pouso tropeiro RS-SP) 1ª cidade do interior do Estado
1730, Visconde do Rio Branco, MG (missão jesuíta)
1731, Corumbá de Goiás (mineração)
1731 c. Lapa - PR (pouso tropeiro)
1732, Tauá - CE (colonos)
1734, Paracatu - MG (mineração)
1735 c. São Francisco Xavier - MT (ouro), atualmente em ruínas
1734, Almas - TO (minas de ouro)
1735 c. Campinas (pouso de tropeiros)
1736, Catalão - GO (pouso de bandeirantes)
1737, Rio Grande, a cidade mais antiga do Rio Grande do Sul
1737, Santo Antônio da Cachoeira - RO (missão jesuíta)
1737, Campanha - MG, a mais antiga do sul do Estado (mineração)
1738, Porto Nacional - TO (mineração)
1739, Anta - GO (ouro)
1739, Buritis - MG (colonos)
1740, Itajubá - MG (zona de garimpo)
1740, Acarape - CE (migração de pernambucanos, cana de açúcar)
1740, Arraias -TO (ouro)
1740, Oliveira - MG (pouso)
1740, Armação dos Búzios - RJ (entreposto pesca)
1740, Flores de Goiás - GO (ouro)
1740 c. Areias - SP (pouso de tropeiros na estrada Rio - São Paulo)
1741, Viamão - RS (fazenda)
1742, Mara Rosa - GO (mina de ouro)
1742, Arroio do Sal - RS
1744, Resende  - RJ (mineração)
1744, Itapipoca - CE (sesmaria)
1745, Crato - CE
1745, Alhandra - PB (expedição)
1745, Santa Isabel - MT (ouro) extinto, duração efêmera
1746, Luziânia - GO (mineração)
1748, Caxambu - MG (colonização)
1749, Piancó – PB (fazendas de gado)
1750, Altamira - PA (jesuítas)
1750 c. Aporá - BA (colonos)
1751, São Mateus - ES
1751, Castro - PR (pouso de tropeiros)
1751, Chapada dos Guimarães - MT (missão jesuíta)
1752, Vila Bela - MT, primeira sede da capitania (mineração)
1753 c. Nossa Senhora do Pilar - MT (ouro) abandonada fim século XVIII
1753 c. Ararapira - PR (colonização, hoje vila fantasma)
1755, Rio Bonito  - RJ
1755 c. Altinho - PE (fazenda de gado)
1756, Sobral - CE
1757, Congonhas - MG
1758 c. Acará - PA (colonização)
1759, Itacoatiara - AM (missão jesuíta)
1760, São Domingos do Prata (fazenda)
1760 c. São Vicente Ferrer - MT (ouro) destruído pelos índios cabixi em 1877
1763, Pelotas - RS
1766, Lages - SC (estalagem rota SP-RS)
1766, Correia Pinto – SC (pouso tropeiro SP-RS)
1767, Formosa - GO
1767, Piracicaba-SP (entreposto embarcações rio tietê)
1769, União da Vitória-PR (expedições, entreposto)
1770 c. Paranã - TO (minas e futura sede de capitania)
1771 c. Aramari - BA (fazenda)
1772, Porto Alegre - RS
1772, Mossoró - RN
1774, Campinas - SP
1774, Lages - SC
1775 c. Araxá - MG (colonos)
1778, Corumbá - MS, cidade mais antiga do Estado
1778, Cáceres - MT (política de povoamento, rio Paraguay)
1780 c.,Caruaru - PE (fazenda)
1781, Araponga - MG (ouro)
1781, Alcobaça - PA (posto fiscal e militar, rio Tocantins)
1783, Vitória da Conquista - BA  (sertanista português)
1787, Santa Maria - RS (expedição de demarcação de território)
1788, Patos - PB (pecuária)
1789, Valença - RJ (catequese índios, capela)
1790, Planaltina - GO
1790, Remanso - BA (fazenda)
1790 c. Angicos - RN (fazendas)
1792, Vassouras - RJ (cafezal)
1795 c., Barra Mansa - RJ (entreposto de caminho de mineração)
1799, Araruama - RJ

1803, Arroio Grande - RS (colonos)
1809, Uberaba - MG
1809, Cataguases - MG (diamantes)
1809, Anicuns - GO (mina de ouro)
1810 c. Guajará-Mirim - RO (fronteira com a Bolívia)
1810 c. Arinos - MG (colonos)
1810, Guarapuava - PR (interiorização, fortificação)
1811, Bagé - RS (militares)
1811, Guaranilândia - MG (entreposto militar no rio Jequitinhonha)
1811, Uberaba - MG (bandeiras)
1812 c. Araraquara - SP (colonos)
1814, Maricá - RJ
1818, Uberlândia-MG
1818, João Pinheiro-MG (diamantes, pastagens)
1818, Governador Valadares (quartel de defesa dos índios Botucatudos)
1819, Nova Friburgo (colonos suiços)
1820 c. Muruim - SE (açúcar)
1821, Teresópolis - RJ
1823, Uruguaiana - RS
1823, Itajaí  - SC (porto)
1824, Leopoldina - MG
1824, Itumbiara-GO (posto fiscal MG-GO)
1824 c., Amparo - SP (colonos)
1825, Cachoeiro de Itapemirim-ES (quartel da região)
1825 c. Posse - GO (colonos nordestinos)
1826, Poços de Caldas-MG
1826, Patos de Minas-MG (capela, fazendeiros)
1827, Juazeiro do Norte-CE (capela)
1827, Passo Fundo-RS (catequese, colonizadores paulistas e portugueses)
1830, Ituiutaba-MG (fazendeiros, capela)
1830 c. Nossa Senhora do Amparo - RJ (café)
1832, Teresina-PI
1832, Guarujá-SP
1832, Feira de Santana - BA
1834, Itaperuna-RJ (fazendeiros)
1835, Uruguaiana (posto de fronteira)
1835, Araçuaí - MG (colonização, porto)
1839, Arrozal - RJ (café e arroz)
1840, Ferreira Gomes - AP (entreposto militar)
1840, Itaporanga - PB (fazenda)
1840, Damianópolis - GO (colonos)
1841, Sete Lagoas - MG (paróquia)
1842, Mossoró - RN
1843, Petrópolis - RJ (palácio Imperial)
1848, Rio Verde - GO (colonizador paulista)
1850, Blumenau (colonos alemães)
1850, Barreiras-BA (loteamento, porto, caminho para Goiás)
1851, Joinville (colonos alemães)
1852, Teresina - PI
1852, Imperatriz - MA
1852, São José do Rio Preto - SP (doação de um fazendeiro)
1853, Barra do Piray - RJ
1853, Uberlândia - MG (colonos, fazendas)
1854, Lábrea - AM (Missão Indígena)
1856, Ribeirão Preto - SP (fazendeiros)
1857, São Carlos - SP
1858, Petrolina - PE (igreja)
1858, Boa Vista - RR (fazenda)
1860 c.,Volta Redonda - RJ (colonizadores da cidade de Resende)
1863 c. Arapiraca - AL (colonizadores)
1864, Ponta Porã - MS (entreposto militar de fronteira)
1869, Humaitá - AM (colonos)
1870, Anápolis - GO
1873, Floriano - PI (colonização)
1874, Campos do Jordão - SP
1875, Caxias do Sul - RS (colonos italianos do Veneto)
1875, Campo Grande - MS
1876, Araguaína - TO (colonizador piauiense)
1879, Cristalina - GO (minas de cristal de quártzo)
1880, Criciúma - SC (colonos italianos)
1880, Ponta Porã - MS
1880, Ji-Paraná - -RO (colonos nordestinos)
1881, Foz do Iguaçu - PR (erva mate, militares)
1881, Iaciara - GO (fazenda)
1882, Rio Branco - AC (seringal)
1883, Cristalina - GO (cristais)
1884, Bauru - SP
1886 c. Serra das Araras - MG
1887, São Mateus do Sul - PR (colonos)
1889, Três Lagoas - MS (sertanistas, entreposto)
1889, Tarauaca - AC (seringal, porto de exploração)
1890, Cruzeiro do Sul - AC (seringal)
1892, Marabá - PA (colonizadores)
1895 c.Colatina - ES (colonos italianos)
1897, Barra do Garças - MT (diamantes)

1902, Rondonópolis, MT (colonizador goiano)
1904, Macapá-AP
1904, Cruzeiro do Sul - AC (militares)
1904, Sena Madureira - AC (base administrativa)
1907, Porto Velho - RO
1908, Dourados - MS (colonizadores)
1908, Araçatuba - SP (estação de trem)
1909, Ariquemes - RO (posto telegráfico)
1910, Vilhena - RO (posto telegráfico)
1910, Brasiléia - AC (base administrativa, seringal)
1912, Jaru - RO (posto telegráfico)
1915, Guarani de Goiás - GO (fazenda)
1917, Chapecó - SC (madeira)
1918, Cascavel - PR
1918, Presidente Prudente - SP (estação de trem, fazendeiros)
1923, Marília - SP (cafezais, loteamento)
1927, Fordlândia - PA (látex)
1933, Goiânia - GO (nova capital)
1933, Miguel Pereira - RJ (estação de trem)
1934, Londrina - PR (companhia colonizadora)
1938, Apucarana - PR
1938, Cabeceiras - GO (fazendas de gado)
1939, Bonito de Minas - MG (pouso, colonos)
1942, São Félix do Araguaia - MT (colonização "Marcha do Oeste")
1947, Maringá - PR
1947, Francisco Beltrão - PR (colonização nacional)
1950, Teixeira de Freitas - BA (povoado de fazendeiros, madeireiras)
1953, Jaciara - MT (colonização)
1955, Umuarama-PR (companhia colonizadora)
1956, Brasília (nova capital)
1957, Três Marias - MG (canteiro de obras de Usina Hidrelétrica)
1958, Açailândia - MA
1960, Cacoal - RO (seringueiro, abertura Rodovia BR-364)
1960, Alvorada do Norte - GO (comércio)
1962, Uruana de Minas - MG (fazenda)
1966, Nova Mamoré - RO (mudança de moradores da Vila Murtinho para a BR-425)
1970, Ouro Preto do Oeste - RO (colonização Ministério da Agricultura)
1971, Juara - MT (loteamento)
1972 c. Campo Verde - MT (colonos)
1973, Colíder - MT (colonização paranaense)
1974, Sinop - MT
1975, Rolim de Moura - RO (colonização INCRA)
1976, Alta Floresta - MT (colonizadores)
1976, Juína - MT (colonização CODEMAT)
1976, Água Boa - MT (Pousada, BR-158)
1976, Chapada Gaúcha - MG (colonos gaúchos)
1978, Terra Nova do Norte - MT (colonização)
1978, Peixoto de Azevedo - MT (colonização,garimpo)
1978, Vila Rica - MT (empresa colonizadora, Rodovia BR-158)
1978, Confresa - MT (empresa colonizadora)
1979, Primavera do Leste - MT
1981, Lucas do Rio Verde - MT (colonos sulistas)
1981, Campo Novo do Parecis - MT (colonos sulistas)
1989, Palmas - TO
1994, Sapezal - MT (colonização)


DATAS MARCO

1503, primeira expedição oficial de reconhecimento da costa. Início da extração de pau-brasil.
1520, fim do ciclo da extração de pau-brasil
1693, Descoberta de Ouro em Minas Gerais, na Serra do Arrepiado.
1710, criação do Distrito das Minas do Ouro.
1717, milagre de Nossa Senhora da Aparecida.
1720, Minas Gerais é desmembrada de São Paulo
1728, Abertura de uma estrada entre o Rio de Janeiro e São Paulo.
1748, o território de Matto Grosso é elevado a categoria de capitania independente, se desmembrando de São Paulo.
1822, Chegada dos primeiros imigrantes alemães em Porto Alegre
1829, Instalação da primeira colônia de alemães do estado de Santa Catarina, em São Pedro de Alcântara
1865-1870 - Guerra do Paraguay.
1903,  Assinatura do Tratado de Petrópolis com a Bolívia, o Brasil se comprometia a construir uma estrada de ferro, ligando os portos de Santo Antônio do Rio Madeira, em Porto Velho, ao de Guajará-Mirim, no Rio Mamoré, destinada ao escoamento dos produtos bolivianos.
Década de 1970 - As obras de abertura da rodovia BR-163, pelo 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção), ligando Cuiabá a Santarém (PA), na segunda metade da década de 70, mobilizaram os primeiros colonizadores para a região de cerrado situada no Médio-Norte de Mato Grosso.


REFERÊNCIAS:

ADOLPHE, J.C.R. Milliet de Saint. Diccionario Geographico Historico e Descriptivo do Imperio do Brazil. Paris: J.P.Aillaud Editor, 1845.

REIS, Nestor Goulart. Imagens de vilas e cidades do Brasil Colonial. São Paulo: Fundação para a Pesquisa Ambiental, 2000.

IBGE. Cidades. Disponível em <https://cidades.ibge.gov.br/>. Acessado em junho de 2017.




14 comentários:

  1. Respostas
    1. Mas em 1565 surgiu uma fazenda. Uma fazenda ainda não pode ser considerado uma cidade. A primeira casa na cidade do Rio surgiu por volta de 1503, na foz do Rio Carioca, no entanto ainda não era a cidade.

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  2. Esta faltando itaborai

    DE FREGUESIA A MUNICÍPIO EM QUASE MEIO MILÊNIO DE HISTÓRIA
    No século XVI, a Vila de Santo Antônio de Sá – que deu origem a Itaboraí - foi a primeira a ser formada no Recôncavo do Rio de Janeiro, em 1567, e uma das mais importantes do Estado.

    Também conhecida como Vila de Santo Antônio de Macacu – sua sede era às margens do rio Macacu, a 3 Km de Porto das Caixas -, seu peso econômico se devia ao fato de representar o maior entreposto comercial daquela época, recebendo o total da produção de gêneros, particularmente de açúcar, do Norte Fluminense por meio dos vários rios da região.

    O transporte era feito através de barcos até a Baía de Guanabara, pelo rio Macacu, para posterior exportação destinada à Europa.
    Mais de um século depois, exatamente em 1672, Itaboraí seria fundada, como relata o historiador José Matoso Maia Forte em sua obra Vilas Fluminenses Desaparecidas.

    O marco inicial foi a inauguração, por João Vaz Pereira, de uma capela em louvor a São João Batista, onde hoje está a Igreja Matriz. Passados 12 anos, a construção se transformou em ruínas e foi demolida, sendo erguida uma nova em seu lugar, também por Vaz Pereira. Este templo tornou-se independente da jurisdição da Vila Santo Antônio de Sá.

    Um período de grande desenvolvimento marcou a então Freguesia de São João de Itaboraí – com sede no Largo da Igreja da Matriz de São João Batista, onde atualmente se localiza a Praça Marechal Floriano Peixoto - entre 1700 e 1800.

    Adespeito disso, Porto das Caixas tinha maior importância econômica, por sua estratégica situação geográfica no que dizia respeito ao transporte de mercadorias para o Rio de Janeiro, com o porto recebendo cerca de 90% do açúcar que era produzido pelos 80 engenhos das freguesias próximas.

    De Porto das Caixas eram oriundos os ex-ministros e presidentes da Província do Rio de Janeiro Alberto Torres e Joaquim José Rodrigues Torres, o Visconde de Itaboraí.

    Mesmo com uma epidemia de malária, originada na Vila Santo Antônio de Sá no ano de 1829, provocando mortes e prejuízo, a Freguesia de Itaboraí recuperou-se e, quatro anos depois, foi elevada à categoria de Vila, por Decreto Imperial, o que significou o desmembramento da Vila Santo Antônio de Sá. Neste mesmo ano de 1833, no dia 22 de maio, foi instalada a primeira Câmara de Vereadores.

    A partir da adoção das ferrovias, em 1850, o transporte fluvial começa a submergir. Passados 10 anos, exatamente no dia 23 de abril de 1860, é inaugurado o primeiro trecho da Estrada de Ferro Niterói-Cantagalo, estabelecendo a ligação entre Porto das Caixas e Cachoeiras de Macacu.

    Foi a consolidação econômica de Itaboraí, já que Porto das Caixas, àquela altura, recebia 100% da produção do Norte Fluminense, expandindo sua posição de entreposto comercial da região.

    A mercadoria chegava pelos ‘caminhos de ferro’ – como eram chamadas à época as linhas férreas – e era embarcada pelo Rio Aldeia até o Rio Macacu, seguindo para comércio na Baía de Guanabara. A perda dacondição de entreposto comercial significou o declínio da Vila Santo Antônio de Sá.

    Mais uma ferrovia – a Estrada de Ferro Carril Niteroiense –, fazendo o percurso Maruí-Porto das Caixas, estabelecia a ligação das zonas de café deNova Friburgo e Cantagalo, em linha direta com o porto da Capital da Província, tornando obsoleto o transporte fluvial por meio do Porto das Caixas, que, assim, entrou em decadência.

    Em conseqüência, decaiu a própria Vila de São João de Itaboraí, que, no século XIX, perderia para Niterói por apenas um voto a indicação a capital da Província do Rio de Janeiro.

    A Vila sofreu, ainda, o impacto da libertação dos escravos, uma vez que a grande maioria das fazendas acabou tornando-se dependente desta força de trabalho obrigatório e gratuito, daí a falência quase generalizada dos fazendeiros da região.

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    1. Itaboraí surpreendendo. Aquela região já foi bem povoada. Obrigado por lembrar.

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  3. Faltou Guaraqueçaba - PR,a cidade mais antiga do estado e umas das mais antigas do Brasil,fundada por colonizadores portugueses em 1545

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    1. Tem muita gente que diz que Paranaguá é a cidade mais antiga do Paraná, e agora ? Em todo caso, obrigado.

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  4. Faltou pesquisa em sua publicação. A cidade de Magé no Rio de Janeiro não consta em sua publicação. Em 9 de junho 2014, vai completar 500 anos. Inclusive, vale acrescentar que em Magé foi edificada por Barão de Mauá, a primeira rede de transporte ferroviário do Brasil.

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    1. Considerando Magé como parte da mancha urbana da Região Metropolitana, onde a capital é mais antiga. Por isso não tinha colocado Magé. Mas vou colocar atendendo aos pedidos ... Obrigado pelos comentários.

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  5. VARIOS ERROS AI..BRASÍLIA E DO ANO 1960...RECIFE E A CAPITAIL MAIS ANTIGA DO BRASIL E AI NEM E CITADA!!

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    1. O primeiro acampamento para a construção da cidade de Brasília foi fundado em 1956, a "Cidade Livre", o atual Núcleo Bandeirante. Mesmo em estado precário, já havia uma cidade. Lembrei de Olinda, mais antiga.dois anos que Recife. Valeu o toque.

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  6. Belo Horizonte é uma cidade planejada e fundada em 1897, não 1701.
    Sabará foi fundada em 1711 e nem sequer aparece nesta lista.

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    1. Como Sabará se encontra atualmente na mancha urbana de BH, considerei apenas a fundação do núcleo mais antigo, ou seja, do Curral del Rey, hoje BH.

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    2. Link interessante sobre o assunto: http://curraldelrei.blogspot.com.br/2010/06/demolicao-da-antiga-matriz-da-boa.html

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  7. Antes de tudo obrigado pela visita e pelos comentários. Apesar de BH, como capital, ter sido fundada em 1897, no local já havia o núcleo populacional do Arraial Curral del Rei, fundado em 1701.

    Irei incluir a cidade de Sabará (1711) na lista, que na prática faz parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

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