sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Setor manterá crescimento

22/11/2012 - Brasil Econômico

De acordo com a Abrasce, em 2013 o número de lançamentos no setor deve chegar a 40

As inaugurações já confirmadas pela Multiplan são parte de uma estratégia de crescimento vista no setor de shopping centers.
Dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) mostram que o setor encerrará 2012 com 31 novos empreendimentos, enquanto o valor atingiu 21 no ano passado. A expectativa da Abrasce é de manter esse ritmo e atingir no ano que vem cerca de 40 novos shoppings. O setor também está aquecido em volume de fusões e aquisições. Dados da PricewaterhouseCoopers (PwC) mostram que das 221 transações, que ocorreram entre 2007 a 2012, os shoppings centers representaram 39% delas.
Para Armando D'Almeida, vice-presidente da Multiplan o processo de consolidação tende a crescer. "A consolidação no setor já é uma tendência e vivemos isso. Hoje, 21% da área bruta locável do setor no país está com seis empresas de capital aberto."
"Consolidar é também ter um percentual maior do mercado e isso é uma tendência de fato. O crescimento das cidades também é uma rota de crescimento do setor. O negócio de shoppings no Brasil é bem urbano, enquanto em outros países eles estão afastados das cidades", completa.
Para o executivo há muitas oportunidades nas cidades e também no interior e os shoppings em bairros serão um grande negócio. "Faz sentido ter um shopping para atender a um bairro. Mesmo em cidades como São Paulo ainda há espaço para isso. Vale dizer que, atualmente, menos de 160 municípios têm um shopping. São investimentos de longo prazo", destaca.


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Após investir R$ 1 bi, Multiplan agora terá seu primeiro shopping no Nordeste

22/11/2012 - Brasil Econômico, Érica Ribeiro

O consumo em alta vem estimulando a inauguração de novos empreendimentos em diferentes regiões

O crescimento do varejo e das vendas a crédito são alguns dos vetores que impulsionam os investimentos da Multiplan. Nos nove primeiros meses de 2012, a empresa tem investimentos de R$ 1 bilhão em novos empreendimentos. No dia 17 de outubro foi inaugurado o Jundiaí Shopping e no dia 27 de novembro será aberta a sexta expansão do shopping da Multiplan em Ribeirão Preto. Um dia depois, é a vez da inauguração do Park Shopping, em Campo Grande, zona oeste do Rio. No dia três de dezembro, é a vez da abertura do Village Mall, shopping de luxo na Barra da Tijuca onde há especulações de que será inaugurada a primeira Apple Store do país.
"Até o dia três de dezembro vamos ampliar em 25,7% nossa área bruta locável com os novos empreendimentos. Os investimentos de R$ 1 bilhão são recorde. Nunca fizemos algo deste porte em um ano", diz o vicepresidente e diretor de Relações com Investidores da Multiplan, Armando D'Almeida. "Dos 18 shoppings que fazem parte do portifólio da empresa, 16 foram feitos do zero e isso mostra nosso DNA como desenvolvedores. Nossas taxas de ocupação nas lojas tem sido elevada."
O aumento de 14,7% na locação de lojas se deve aos novos espaços que surgem a partir das inaugurações e expansões e também ao aumento do aluguel das lojas, por conta das boas vendas dos lojistas. O consumo da nova classe média ajuda a impulsionar as vendas e apesar de os shoppings da Multiplan em sua maioria estarem voltados para as classes A e B, D'Almeida afirma que, por serem regionais, atendem a todas as camadas.
Para 2013, a empresa já prepara a inauguração de mais um shopping, desta vez em Maceió. Será a primeira experiência da Multiplan no Nordeste, em parceria com outra empresa do setor, a Aliansce Shopping Centers, e a inauguração está prevista para o terceiro trimestre do ano que vem.
"Também vamos inaugurar no segundo trimestre de 2013 torres comerciais em frente ao Morumbi Shopping, em São Paulo, além de expansões no Ribeirão Shopping", enumera o executivo da Multiplan. Para financiar os projetos que entrarão em operação este ano e no ano que vem, parte dos recursos da Multiplan saíram do caixa da empresa e parte de bancos.


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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Após investir R$ 1 bi, Multiplan agora terá seu primeiro shopping no Nordeste

22/11/2012 - Brasil Econômico, Érica Ribeiro

O consumo em alta vem estimulando a inauguração de novos empreendimentos em diferentes regiões

O crescimento do varejo e das vendas a crédito são alguns dos vetores que impulsionam os investimentos da Multiplan. Nos nove primeiros meses de 2012, a empresa tem investimentos de R$ 1 bilhão em novos empreendimentos. No dia 17 de outubro foi inaugurado o Jundiaí Shopping e no dia 27 de novembro será aberta a sexta expansão do shopping da Multiplan em Ribeirão Preto. Um dia depois, é a vez da inauguração do Park Shopping, em Campo Grande, zona oeste do Rio. No dia três de dezembro, é a vez da abertura do Village Mall, shopping de luxo na Barra da Tijuca onde há especulações de que será inaugurada a primeira Apple Store do país.
"Até o dia três de dezembro vamos ampliar em 25,7% nossa área bruta locável com os novos empreendimentos. Os investimentos de R$ 1 bilhão são recorde. Nunca fizemos algo deste porte em um ano", diz o vicepresidente e diretor de Relações com Investidores da Multiplan, Armando D'Almeida. "Dos 18 shoppings que fazem parte do portifólio da empresa, 16 foram feitos do zero e isso mostra nosso DNA como desenvolvedores. Nossas taxas de ocupação nas lojas tem sido elevada."
O aumento de 14,7% na locação de lojas se deve aos novos espaços que surgem a partir das inaugurações e expansões e também ao aumento do aluguel das lojas, por conta das boas vendas dos lojistas. O consumo da nova classe média ajuda a impulsionar as vendas e apesar de os shoppings da Multiplan em sua maioria estarem voltados para as classes A e B, D'Almeida afirma que, por serem regionais, atendem a todas as camadas.
Para 2013, a empresa já prepara a inauguração de mais um shopping, desta vez em Maceió. Será a primeira experiência da Multiplan no Nordeste, em parceria com outra empresa do setor, a Aliansce Shopping Centers, e a inauguração está prevista para o terceiro trimestre do ano que vem.
"Também vamos inaugurar no segundo trimestre de 2013 torres comerciais em frente ao Morumbi Shopping, em São Paulo, além de expansões no Ribeirão Shopping", enumera o executivo da Multiplan. Para financiar os projetos que entrarão em operação este ano e no ano que vem, parte dos recursos da Multiplan saíram do caixa da empresa e parte de bancos.


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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Obras do Ministério das Cidades são destaque no 5º Balanço do PAC

19/11/2012 - Ministério das Cidades, Taís Calado

As obras de saneamento, Minha Casa Minha Vida, prevenção em áreas de risco, drenagem, contenção de encostas, pavimentação e mobilidade urbana do Ministério das Cidades (MCidades) foram destaques de execução e conclusão durante o anúncio do 5º Balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na tarde desta segunda-feira (19/11).

O balanço corresponde à execução, conclusão e recursos investidos até setembro de 2012. As obras de saneamento, prevenção em áreas de risco, drenagem, contenção de encostas, pavimentação e mobilidade urbana fazem parte do eixo Cidade Melhor que já concluiu 497 empreendimentos de saneamento e drenagem e a linha Oeste do Metrô de Fortaleza (CE).

O Mcidades, no âmbito do PAC, já contratou R$ 25 bilhões em saneamento para executar 3.652 obras selecionadas de 2007 a 2009. Estas ações irão beneficiar quase oito milhões de famílias de 2.009 municípios de 27 estados. Nos empreendimentos em andamento, a execução média é de 63%.

As obras de saneamento são exemplo quando o assunto é avanço nas execuções. A Ministra do Planejamento, orçamento e Gestão, Miriam Belchior, citou em sua apresentação a obra de Despoluição dos Vales dos Rios dos Sinos, Guaíba e Gravataí no Rio Grande do Sul com 80% de execução global e que beneficiará sete municípios do Estado.

Desde 2011, foram 628 obras de saneamento selecionadas e 97% já contratadas. Estas ações representam R$ 9,4 bilhões de novos investimentos em esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e saneamento integrado.

Para amenizar os efeitos das inundações e a prevenção de deslizamentos, o MCidades já selecionou 328 empreendimentos de drenagem e 137 de contenção de encostas na área de Prevenção em Áreas de Risco, desde 2007.

Nas obras de drenagem, são 210 empreendimentos contratados entre 2007 e 2009, somando um investimento de R$ 5,1 bilhões. A execução média das obras está em 46% e irão beneficiar mais de dois milhões de famílias em 114 municípios de 18 estados. A seleção de 2011 contratou 82 empreendimentos em um investimento de R$ 4 bilhões. Já este ano, foram selecionados mais 36 empreendimentos de drenagem do Plano de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais que beneficiarão 60 municípios totalizando R$ 4,1 bilhões e também 21 obras totalizando R$ 594 milhões para obras de Contenção de Encostas.

Nesta área o destaque foi para a Drenagem Urbana na Baixada Fluminense, que inclui a macrodrenagem, a recuperação ambiental e o reassentamento de 2,5 mil famílias que moram as margens dos rios Botas e Sarapuí no Rio de Janeiro.

Para prevenção em áreas de risco, em contenção de encostas, foram contratados 116 empreendimentos para beneficiar 71 municípios de 10 estados com um investimento de R$ 595,3 milhões.

Nas obras de Pavimentação e qualificação de vias do PAC 2, 145 municípios foram selecionados e 64% já estão em obras. Neste ano, o MCidades iniciou a segunda seleção que destina R$ 5,8 bilhões para pavimentação em vias urbanas já existentes.

Outro investimento de destaque do MCidades é o PAC Mobilidade Grandes Cidades que selecionou 43 empreendimentos em 51 municípios. São R$ 32,7 bilhões destinados à construção de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), corredores de ônibus e construção e expansão de metrôs, em oito capitais do País. Para as Cidades com população entre 205 e 700 mil habitantes foi aberto o processo de seleção do PAC Mobilidade Médias Cidades. Neste período,

Minha Casa, Minha Vida- O programa contratou 1,96 milhão de unidades habitacionais. São 826 empreendimentos de Urbanização em Assentamentos Precários pata melhorar a qualidade de vida da população.

A segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida foi ampliada de 2 milhões para 2,4 milhões de unidades, das quais mais de 953 mil moradias já foram contratadas. Desde o lançamento do Programa, em 2009, as contratações somam 1,96 milhão de casas e apartamentos; 48% deles foram entregues aos seus moradores.

O destaque do Minha Casa, Minha Vida está na modalidade rural, na qual o Programa contratou mais de 35 mil habitações desde 2011, entre novas moradias e reformas.

Em Urbanização de Assentamentos Precários, foram 3.465 empreendimentos contratados entre 2007 e 2009, no valor de R$ 18,9 bilhões, com uma média de 57%
de execução. As obras são para construção de moradias, abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, drenagem, iluminação, obras viárias e a construção de equipamentos sociais, como creches, escolas e praças.

Um exemplo é a urbanização da Vila do Mar, em Fortaleza (CE), que possui investimento de R$ 124,3 milhões e está com 63% de execução. O total contratado para urbanização beneficiará 1,37 milhão de famílias, em 2.080 municípios, nos 26 estados e no Distrito Federal.

Desde 2011, foram selecionados 486 empreendimentos de urbanização, dos quais 97% estão contratados. Essas ações representam R$ 9,1 bilhões de novos investimentos que beneficiarão 388 municípios, em 26 estados.

Geral- As ações concluídas do PAC 2 correspondem a 38,5% das ações previstas para o período 2011 a 2014. As obras finalizadas somam R$ 272,7 bilhões. O resultado é 82% superior ao ano passado.

O programa realizou 40,4% do previsto até 2014. Já foram investidos R$385,9 bilhões em obras de infraestrutura logística, social, e urbana. Este valor é 19% superior ao resultado do ultimo balanço, em junho deste ano, e 26% maior em relação a 2011. Os recursos já chegam a R$ 26,6 bilhões, um aumento de 28%.


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Com guerra fiscal, Extrema vira 2º polo industrial de Minas

11/11/2012 - Folha de São Paulo

THIAGO SANTOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Com as armas da guerra fiscal, o município mineiro de Extrema, distante 107 quilômetros de São Paulo e a 500 quilômetros de Belo Horizonte, já é o segundo polo industrial de Minas Gerais, atrás apenas de Betim.

Procura eleva preço de terrenos em Extrema (MG)

A participação de Extrema no repasse do ICMS mineiro mais que dobrou em uma década e atingiu 0,5% do total em 2011.

As políticas estadual e municipal de incentivo têm feito da cidade mais ao sul de Minas Gerais ser a mais nova meca da indústria paulista.

Para Tailon de Camargo, diretor da Secretaria da Fazenda de Extrema, o município vive mais da relação com São Paulo do que com Minas Gerais.

Os incentivos surtiram resultado. Em 12 anos, o número de indústrias em Extrema saltou de 60 para 172 operações, boa parte destas oriundas do território paulista.

DE MALA E CUIA

A fabricante de chocolate Kopenhagen aportou na cidade em 2009, depois de abandonar Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Segundo a prefeitura local, a unidade emprega 1.200 funcionários.

Em 2007, a Multilaser -fabricante de equipamentos eletrônicos e de informática- trocou o bairro da Barra Funda (zona oeste de São Paulo) pelo sul de Minas.

"Desde o início das negociações, a prefeitura se mostrou amigável e facilitou até a compra do terreno para a instalação da fábrica", afirma Guila Borba, diretor comercial da Multilaser.

Com o pagamento de salários, a empresa injeta R$ 2 milhões todos os meses na economia da cidade.

Um dos beneficiados da bonança é o estagiário Filipe Meira Mazon, 24.

"Extrema está crescendo muito rápido. A situação é praticamente de pleno emprego", afirma Mazon.

Os benefícios fiscais oferecidos pelo município são generosos: isenção de IPTU, alíquota reduzida do ISS e até assessoria para a empresa não se afogar na burocracia junto ao governo estadual.

A mais nova conquista de Extrema foi a Panasonic, que instalou uma nova unidade no município.

Anunciada oficialmente em fevereiro, a fábrica estava sendo disputada pela cidade mineira e por municípios paulistas e fluminenses.

A previsão é que, até abril do ano que vem, a empresa deverá ter 600 funcionários.

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Nathan Khornnes (14)(03h55) há 52 minutos
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Congratulo-me com a Administração Municipal de Extrema, MG. Pois, se formos esperar pela boa vontade política do Governador do Estado, Anastasia, Minas Gerais se tornará um estado obsoleto, por conta da mentalidade atrasada do atual governo mineiro.
Espero que outros municípios mineiros possam esforçar-se por fazerem exatamente o que fez o prefeito de Extrema. Que bom que levassem para Minas Gerais algumas fábricas de automóveis, auto-peças, bem como indústrias de tecnologia de ponta.
O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
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Procura eleva preço de terrenos em Extrema (MG)

11/11/2012 - Folha de São Paulo

O desenvolvimento industrial deve acelerar o crescimento populacional na cidade de Extrema.

Com guerra fiscal, Extrema vira 2º polo industrial de Minas

A previsão é que em 2020 a cidade tenha 45 mil habitantes. Segundo o IBGE, a população passou de 19 mil para 28,5 mil em pouco mais de uma década.

O efeito do crescimento demográfico foi o forte crescimento da procura por imóveis. O custo dos terrenos disparou, assim como os preços dos aluguéis.

Uma nova lei de zoneamento foi criada. A preocupação do Legislativo local teve início após a construção de um edifício de oito andares, o mais alto na cidade.

A população temeu a perda do "skyline" de Extrema, que apresenta um belo visual da Serra da Mantiqueira.

A nova lei limitou a altura dos edifícios a apenas quatro andares.

Nos últimos dez anos, o metro quadrado no bairro Fonte Nova, próximo ao prédio da prefeitura, passou de R$ 15 para R$ 250.

A engenheira Noma Ruiz, 25, decidiu trocar Bragança Paulista por Extrema, mas teve problemas. "São poucas as opções de imóveis. e o aluguel é muito caro", afirma.

Hoje, paga R$ 1.300 por mês por uma casa de três dormitórios. (TS)
p


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sábado, 10 de novembro de 2012

Condomínios de luxo agora têm espaço para aviões

08/11/2012 - Valor Econômico, Virgínia Silveira

O crescimento da frota de aeronaves executivas no Brasil, que já contabiliza um número superior a 13 mil, a segunda maior do mundo depois dos Estados Unidos, está estimulando o surgimento de um novo tipo de empreendimento imobiliário no país, onde os proprietários podem aterrissar seus aviões e estacioná-los à porta de casa com total comodidade e segurança.
Também conhecidos como "fly-ins", esses empreendimentos unem toda a infraestrutura de um condomínio de luxo a conveniência de ter uma pista aeronáutica a poucos metros de casa. Muito comuns nos EUA, onde já existem mais de 700, os condomínios "fly in community", têm atraído o interesse de empresários que utilizam o avião como ferramenta de trabalho e buscam conforto e economia de tempo.
"Em um momento em que os aeroportos dos grandes centros estão saturados, a possibilidade de chegar em casa voando e estacionar o avião em hangar privativo é um grande apelo", diz o presidente do grupo Design Resorts, Miguel Martins, responsável pelo condomínio Fly-in, que está sendo construído às margens do Lago de Furnas, a poucos quilômetros de Belo Horizonte (MG).
Com mais de 20 unidades vendidas e previsão de entrega em 2014, o Fly-in atraiu o interesse de proprietários de aviões que trabalham no setor de mineração, bancos e incorporação no Estado de Minas Gerais. O investimento aplicado na infraestrutura do condomínio, segundo Martins, deve totalizar R$ 60 milhões.
O empresário do ramo de cafeterias em Belo Horizonte, João Guimarães Fillard Junior, comprou dois lotes no Fly-in pensando no retorno do investimento num prazo de três anos. "Com o aumento do número de aeronaves particulares no país e a superlotação dos aeroportos, a demanda por esse tipo de empreendimento será muito grande", disse o executivo.
O Fly-in possui 30 lotes com tamanhos que variam de 2.600 a 5000 metros quadrados. O preço do metro quadrado varia de R$ 400 a R$ 450. Além da pista de 1600 metros, a maior entre os condomínios aeronáuticos existentes hoje no Brasil, a área tem toda a infraestrutura dos outros empreendimentos ao redor, um complexo de lazer que oferece campo de golfe, hípica, tênis.
Para o presidente do grupo Design Resortes, os condomínios "fly in community" têm um grande potencial se forem construídos em regiões com alto poder aquisitivo. "Temos planos de apresentar proposta para esse tipo de empreendimento em cidades como Uberlândia e Curitiba."
Atenta ao crescimento dessa nova demanda, a construtora Locks, do grupo Setep, que atua na área de terraplenagem e pavimentação asfáltica, iniciou a construção do primeiro condomínio de alto padrão na região Sul do país. Em uma área de um milhão de metros quadrados, o Fly Ville conta com pista de 1.340 metros para pousos e decolagens e hangares exclusivos para guardar as aeronaves dos proprietários residentes no condomínio.
"Para os investidores que residem fora de Santa Catarina, o Fly Ville também apresenta a vantagem de poder chegar em sua residência de helicóptero ou jatinho, sem ter de enfrentar grandes congestionamentos", diz o diretor comercial da Locks, Pedro Meller.
O condomínio está localizado no município de Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, a cinco minutos do Balneário de Camboriú. Meller acredita que é justamente a localização um forte atrativo para os investidores estrangeiros.
A construção do Fly Ville, segundo estimativa do diretor, deve exigir investimento da ordem de R$ 200 milhões, que será feito com recursos próprios do grupo. As obras do condomínio foram iniciadas em julho e a previsão é que sejam realizadas dentro de um período de 36 meses. Antes do lançamento oficial do empreendimento, feito em agosto, na Labace, feira de aviação executiva, o Fly Ville já tinha vendido cerca de 20% dos seus lotes.
O condomínio tem 281 lotes particulares para a área residencial, dois helipontos, terminal de passageiros, posto de abastecimento e uma área comercial de 7.500 metros quadrados. Para preservar a sustentabilidade do condomínio, segundo Meller, o Fly Ville permitirá a instalação de empresas que agreguem valor ao local, com limite para duas escolas de aviação, duas empresas de táxi aéreo e duas oficinas de manutenção de aeronaves.
A pista do condomínio já estará liberada para uso a partir do segundo semestre de 2013. A área dos lotes varia de 3 mil metros quadrados a 5 mil metros quadrados com preços que vão de R$ 1,2 milhão a R$ 3 milhões respectivamente. A área comercial terá espaço para um supermercado âncora, lojas diversas, espaço fitness, sauna, quadra de tênis, salão de jogos, playground, campo de futebol, piscinas, pista de caminhada e lago.
Também localizado no balneário de Furnas, em Minas Gerais, o condomínio Quintas Ponta do Sol já foi totalmente entregue a um ano. A pista de avião tem 700 metros de comprimento e licença de funcionamento pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
"São apenas 20 lotes de 10 mil metros quadrados cada e todos com frente para a lagoa", diz o empresário Régis Campos, dono da construtora Emccamp, que construiu o empreendimento. O vice-presidente do banco BMG, Márcio Alaôr de Araújo, e o presidente do clube de futebol Cruzeiro, Zezé Perrela, segundo Campos, compraram terrenos no condomínio.
O empresário comenta que o único lote ainda à venda no Quintas Ponta do Sol está sendo comercializado por R$ 1,5 milhão. "Eu também construí uma casa lá. Os proprietários do condomínio, em geral, assim como eu, têm aviões como ferramenta de trabalho", comenta. O local só opera aviões de pequeno porte.


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terça-feira, 6 de novembro de 2012

BR Malls inaugura shopping em Londrina

06/11/2012 - Monitor Mercantil

A BR Malls inaugurou o Londrina Norte Shopping, no Paraná. Com 165 lojas, o empreendimento tem ABL de 32.992 metros quadrados, sendo 23 mil próprios e 92% comercializado na inauguração. No prazo de cinco anos, a companhia prevê a inauguração da segunda fase do projeto, que terá estrutura de complexo multi-uso, com torres comerciais e residenciais, centro médico, entre outros serviços. A BR Malls estima que o shopping resulte em lucro operacional antes do pagamento de impostos e juros, incluindo receita de serviços estabilizados de R$ 16,3 milhões. A companhia adquiriu, em agosto de 2011, 70% a Alvear, que detém a totalidade do Londrina Norte Shopping, atingindo participação de 70% no projeto, que será administrado pela BR Malls. Com a inauguração, a empresa atingiu 49 empreendimentos no país e 867,6 mil metros quadrados em ABL próprio.


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