quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Livro conta a história de oito ‘cidades fantasmas’ brasileiras

15/12/2016  - Gazeta do Povo

O povoado de Ararapira, no Litoral do Paraná, teve seus dias de glória no início do século 20, como o principal entreposto comercial marítimo entre São Paulo e Curitiba. A outrora comunidade de pescadores hoje é um local abandonado. Ararapira é uma das oito “cidades fantasmas” listadas pelo professor Nestor Razente, em seu livro Povoações abandonadas no Brasil. Além de buscar a história por trás desse abandono, o arquiteto e urbanista joga um olhar teórico ao tema, tentando entender: o que leva ao abandono de uma cidade?

Não é uma regra universal, mas muitas “cidades fantasmas” são um subproduto da própria urbanização. Isto porque a concentração cada vez maior da população em megacidades vem “acompanhada destas desurbanizações, ou morte de algumas aglomerações urbanas”. No Brasil, o surgimento e sumiço de povoados está muito ligado aos ciclos econômicos que o país enfrentou.

Além de Ararapira (PR), o livro traz as histórias de Biribiri (MG), Airão Velho (AM), Desemboque (MG), Bom Jesus do Tocantins (TO), Cococi (CE), Fordlândia (PA) e Ouro Fino (GO). São locais que representam uma diversidade de motivos pelos quais uma cidade some. A queda da atividade econômica é o motivo mais comum, mas não o único.

Airão Velho, no Amazonas, foi fundada às margens do Rio Negro, e viveu seu ápice no ciclo da borracha, entre o final do século 19 e início do 20. Hoje é uma cidade abandonada e, aos poucos, retomada pela floresta, que reconquista seu espaço em meio aos escombros humanos. Nestor conta que lá vive um imigrante japonês, que mantém igreja e cemitério bem cuidados, e passa os dias a cavar em busca de velhos objetos, a partir dos quais montou um museu para turistas.

A borracha também foi responsável, duas décadas depois pelo surgimento de Fordlândia, talvez a “cidade fantasma” mais famosa do Brasil. A vila foi criada no interior do Pará pelo empresário norte-americano, da montadora de mesmo nome, para tirar da Inglaterra o controle da extração da borracha. O projeto naufragou, os americanos “devolveram” as terras (vendendo-as a preço de custo) e o local vive do turismo.

Já em Cococi, no Ceará, a economia foi o menor dos problemas. “Durante o governo Castello Branco, chegou ao ouvido dos militares que havia uma cidade que se fazia passar por cidade, mas na verdade pertencia a um fazendeiro”. A área era da família Feitoza, que recebia repasses de impostos do governo federal. Nestor Razente rastreou o inquérito que mostra a cassação do mandato do prefeito, que então trocou a Arena pelo MDB, mudou para a cidade vizinha e convocou os antigos moradores de Cococi a irem com ele para o novo município. Hoje Cococi mantém igreja e cemitério e, uma vez por ano, recebi fiéis católicos da região em romaria.

Em Ararapira, a construção de um canal para dar acesso ao Porto de Paranaguá, nos anos 1950, mudou a forma como a água circula na região, minando a atividade pesqueira. Mas nem sempre é o declínio econômico que espanta a população. Caso do Chile, onde sumiram muitas cidades ligadas ao cobre, atividade que não entrou em declínio. Razente pretende lançar um próximo livro sobre o sumiço de povoados no deserto do Atacama.

Se as cidades que sumiram fascinam, as que estão sumindo preocupam. Na Espanha, estima-se que 800 pueblos (vilarejos pequenos, com até 35 famílias) desapareceram, no século passado. Em geral porque os jovens partem e ficam os aposentados, e com o tempo o pueblo desaparece. É o que acontece no Brasil, nos antigos terrenos de produção cafeeira, no interior do Paraná e de São Paulo. Cidades que no início do século 2 tinham dois mil habitantes, e onde hoje resta um campinho de futebol.

A região também padece de um vazio sazonal. Pela falta de emprego, famílias inteiras migram para estados como Bahia e Minas Gerais, para trabalhar em safras de café ou laranja, durante metade do ano. “O que póe pelo chão todas as políticas públicas, porque vai a mãe, o filho, a avó, então são cidades que declinam em certos momentos da história”, explica Nestor.

Povoados abandonados

Em vez de “cidades fantasmas”, o arquiteto e urbanista Nestor Razente defende “povoados abandonados” como o termo que melhor traduz o fenômeno do desaparecimento da população. Embora admita “cidades fantasmas” como possível, para a linguagem informal. Mas incorreto, do ponto de vista teórico.

Porque não são locais que passaram a ser habitados por fantasmas (”primeiro porque não acredito neles”), mas que deixaram de ser ocupados por humanos, explica Razente. Também não são locais que morreram, já que em muitos deles a vida, seja de plantas ou animais silvestres, segue firme e forte. Razente também abre mão do termo “cidade” por considerar um termo muito carregado de geopolítica.

Lançamento

O livro Povoações abandonadas no Brasil, do arquiteto e urbanista Nestor Razente, vai ser lançado nesta sexta-feira (16), às 19h30, no Museu Histórico de Londrina, no Norte do Paraná.

Com 372 páginas e 97 imagens das povoações abandonadas, o livro é vendido a R$ 160 no site da Editora da Universidade Estadual de Londrina.

domingo, 16 de outubro de 2016

Ruínas de Cidade Romana no Interior Brasil

Fonte: Dossiê do manuscrito encontrado na Biblioteca Nacional-RJ

Desde pouco depois do descobrimento oficial do Brasil por Cabral, tem sido achado com freqüência muitas inscrições em rochas. A primeira delas que se tem notícia, foi achada em1598 no atual Estado da Paraíba, e o que mais chamou a atenção era que as inscrições continham muitas letras latinas e a partir daí, muito mais inscrições foram achadas no interior do Brasil, tendo sido uma constante a presença de letras latinas e gregas, muitas formavam palavras e a sucessão destas palavras formavam frases, também foram achadas cerâmicas em estilo greco-romano e a ainda moedas romanas cunhadas por volta de 200 a.C.

Em 1938 a Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro editou um livro intitulado “Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica” escrito por Bernardo Ramos, que passou 30 anos no interior do Brasil colhendo inscrições em rochas, sua obra consta de dois volumes em um total de 1000 páginas. A comissão que ficou encarregada pelo Instituto Histórico de Manaus de analisar a obra deu o seguinte parecer:

“Que as inscrições apresentavam entre outras, letras latinas e gregas e que a sucessão destas formavam palavras e estas em sucessão formavam frases, que as cerâmicas apresentadas pertenciam ao estilo grego e que foram reproduzidas por mão humana hábil”.

O parecer da comissão nos dá uma visão de uma possível existência em época remota de uma civilização clássica greco-romana no atual território brasileiro, mas não só inscrições, cerâmicas e moedas foram achadas no interior do Brasil, também foram encontradas muitas ruínas de antigas metrópoles romanas, a mais impressionante delas foi a achada em 1753 por um bandeirante no interior da Bahia.

Os bandeirantes encontravam-se buscando ouro e prata quando em um dado momento descobriram uma milenar cidade romana, os sertanistas atônitos a descreveram detalhadamente encaminharam seu relatório ao então vice- rei.

Tal manuscrito foi encontrado em 1838 arquivado na Biblioteca da Corte e publicado logo após na primeira revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, o IHGB, então recém-criado.

Muitas buscas foram feitas com o objetivo de se localizar a cidade, mas nenhuma logrou êxito.

Na época da descoberta, Portugal estava negociando o Tratado de Madrid no qual ficava estabelecido que quem provasse que estava de posse de terra seria seu legítimo dono.

Quando a Coroa Lusitânia soube do encontro com a velha cidade romana, tratou de imediato de ocultar o fato.

Até mesmo o comandante da Bandeira em seu manuscrito afirmava estar preocupado com a possibilidade de um companheiro denunciar a existência das ruínas e sugeria ao vice-rei que mandasse mais homens para remover todas as pedras.

O fato é que a Coroa Lusitânia nunca permitiu que qualquer informação sobre a descoberta de ruínas chegasse ao conhecimento do grande público, apagando-se então a história da colonização romana no Brasil.

O Império Romano em sua época de máxima expansão atingiu o Brasil atual graças a sua frota naval,e aqui se instalou com o objetivo de explorar as jazidas de ouro e prata, permanecendo em solo brasileiro até pouco antes da queda do império em 476 DC.

Existe um documento guardado no cofre da Biblioteca Nacional sob o nº 512, trata-se de um manuscrito confeccionado por volta de 1754 e encontrado em1838 pelo naturalista Manuel Ferreira Lagos arquivado na Livraria Pública da Corte, atual Biblioteca Nacional.

É o relatório da expedição que alcançou a velha cidade romana abandonada.

Infelizmente o relatório no início é avariado e não traz o nome do chefe da expedição.

Todos os historiadores que analisaram as bandeiras da época acreditam que este relatório possivelmente foi escrito por João da Silva Guimarães que na época era tenente-general, também conhecido como mestre-de-campo.

Contudo um outro sertanista que pôde tê-lo escrito é Antonio Lourenço da Costa, que em 1757 chegou a distrito diamantino de Tijuco em Minas Gerais e disse que passou 10 anos no interior, em uma bandeira e que esta tinha feito descobertas surpreendentes na Serra Dourada, Capitania de Goiás.

A Chegada dos Romanos ao Brasil

Segundo uma reconstituição dos fatos históricos, entre os povos da Antiguidade, três tiveram papel preponderante na história antiga do Brasil, foram os Tartessos, os Fenícios e os Romanos.

Em 1200 AC, os Fenícios fizeram uma aliança com os Tartessos com objetivos de exploração maritima e comercial.

Anos mais tarde, foram eles, os Fenícios, os primeiros a chegarem na costa brasileira e aqui resolveram fundar uma colônia, e daqui mandavam para sua terra natal grandes quantidades de ouro e prata.

Essa descoberta não passou despercebida pelo Império Romano, e a disputa pelo controle marítimo acirrou a disputa entre os dois povos, com os Fenícios fazendo de tudo para evitar a vinda dos romanos para a sua colônia.

Até 261 AC os navios romanos não eram páreos para os finicios, mas em uma jogada de mestre os filhos de Roma capturaram um navio inimigo e o aprimoraram e a partir dele formaram uma frota capaz de suplantar os rivais.

Com a derrota dos Fenícios para os Romanos na Europa, todos os documentos relativos à colônia além mar foram parar na mão do imperador de Roma, que determinou que fosse montada uma esquadra para se apoderar também dessa terra de onde os seus antigos inimigos extraiam ouro e prata.

Em 120 AC chega a costa brasileira a primeira esquadra romana e os fenicios que aqui se encontravam recuam sem condições de luta.

Suas primeiras cidades em solo brasileiro ficam localizadas nas proximidades dos grandes centros de mineração e extração de ouro e prata, as principais ficam localizadas na Chapada Diamantina na Bahia, na Serra do Caparaó, Serra do Cachimbo, Serra do Paraíma, todas nas proximidades de grandes áreas mineradoras.

Por volta de 300 d.C., as fronteiras do Império Romano começaram a ser atacadas.

Começa então o retorno das legiões romanas a Europa, por volta de 450 d.C. quase todos os romanos deixam o Brasil, preocupados em defender a própria Roma e em 476 d.C. o Império é destruído.

As colônias do Brasil ficam quase desertas permanecendo apenas mulheres e crianças e alguns líderes religiosos. Começa a ocorrer com o Brasil o mesmo que ocorre com as colônias romanas na Inglaterra, o isolamento a aculturação e a regressão as antigas culturas greco-romanas.

Por que todos nós somos privados dessas informações?

Por que somos iludidos, quando pequenos, na escola, com a história de que COLOMBO descobriu a América e Cabral o Brasil?

O que aconteceu com os romanos e fenicios que aqui ficaram?

E os seus descendentes?

Depois contaremos tb essa história, que nos é ocultada.

Fatos e Dados Comprovados

1°. – A que estilo pertencem os monumentos apresentados?
Ao estilo romano

2°. – Qual o período destes estilos?
De 50 a.C. a 400 d.C.

3°. – A que povo e a que época pertence a moeda encontrada?
Ao povo romano, cunhada entre 260 a 300 d.C.

4°. – A que estilo e povo pertencem as letras copiadas?
Ao estilo greco-ptolomáico e pertencem ao império romano

5°. – A que religião e época pertencem os símbolos religiosos achados?
Pertencem ao início da religião católica

A Busca da Cidade Abandonada

Ao tomar conhecimento do documento o Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, incumbiu seu representante na Bahia, o cônego Benigno José de Carvalho e Cunha de localizar a cidade encontrada em 1753.

Contudo a expedição foi acometida por uma doença que assola a região e não completou o seu objetivo, Benigno teve a mesma sorte que Gabriel Soares e seu irmão tivera anteriormente, faleceu em virtude da doença adquirida.

Benigno escreveu várias cartas, contudo só foram encontradas cinco. Afirmava ele em suas cartas que tinha localizado a cidade abandonada, mas que não tinha meios de chegar até lá em virtude da doença contraída e dos perigos existentes na região, isto em 1845.

Em 1848, o Major do exército Manoel Rodrigues de Oliveira, acusou Benigno de haver deliberadamente escondido a localização da cidade e só andar em lugares opostos onde o manuscrito indicava e que Benigno tinha na realidade o propósito de se apossar do ouro e da prata existente no local.

Declarou ainda que tinha encontrado ruínas semelhantes em uma fazenda denominada Provisão a 150 km da Vila Camamu, e que as mesmas tinham fragmentos de louças finas, ruas e casas e que lá também tinham achado moedas com cunho romano e deu como testemunha o Senhor Cypriano Antonio Gusmão, juiz da Vila Belmonte.

Realmente, segundo informações da SUDENE, existe uma fazenda chamada Provisão no local indicado por Manuel Rodrigues em 1848 e que lá em qualquer lugar que se cave encontra-se fragmentos de louças e utensílios em geral de uso comum na antiguidade e fora de uso a mais de 1500 anos.

Possivelmente este local às margens do Rio de Contas, pertencente hoje ao município de Jequié na Bahia foi na época da colonização romana uma estação de parada entre a grande cidade e o porto situado onde é hoje a cidade de Belmonte, próximo a Porto Seguro.

É interessante frisar que Camamu em Tupi significa, lugar onde se guarda ou conserta barcos, seria o que chamamos hoje de porto.

Ainda no século XIX, em 1840 chegou à Bahia a fragata dinamarquesa Bellone, com os tenentes Suenson, Schultz e o botânico Kruger, encarregados de examinarem estas ruínas, mas não chegaram até ela.

O fato é que o descaso e a incúria das autoridades da época transtornou e impediu as buscas de tal forma que não se localizou a tal cidade apesar dos fortes indícios de sua localização, até mesmo o IHGB abandonou inexplicavelmente Benigno no meio do caminho colocando em perigo toda a expedição.

Há de se lamentar o descaso e abandono que o IHGB, órgão mantido pelo próprio Imperador D. Pedro II, abandonasse Benigno em sua missão.

Além desta tentativa de Benigno na Chapada Diamantina, nenhuma outra foi oficialmente realizada, ficando apenas casos de tentativas isoladas.

Impressiona a incúria e o descaso dos representantes dos órgãos científicos e das autoridades pelo patrimônio histórico-arqueológico do Brasil.

As tentativas posteriores ficaram por conta de estrangeiros tendo as autoridades brasileiras colocado toda sorte de obstáculos e recusando-se terminantemente a voltar a comentar o assunto.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Aberta licitação para a nova rodoviária de Salvador

07/10/2016 - Tribuna da Bahia

O primeiro passo foi dado com a consulta aos documentos prévios do processo licitatório, com informações preliminares sobre o espaço com estudo sócio econômico

porAdilson Fonseca

O processo licitatório para a construção e operação da nova Estação rodoviária de Salvador, que vai funcionar no bairro de  Águas Claras, a 15 quilômetros do atual local, na BR-324, foi iniciado nesta quinta-feira pelo Governo do estado, através da Secretaria de Infraestrutura  (Seinfra). O primeiro passo foi dado com a consulta aos documentos prévios do processo licitatório, com informações preliminares sobre o espaço com estudo sócio econômico.

A nova Rodoviária de Salvador deverá custar aproximadamente R$ 100 milhões, que deverão ser bancados pela iniciativa privada. Vai estar localizada em uma área de expansão da cidade, nos limites do município, na BR-324, em um dos bairros mais pobres da capital, Águas Claras. É lá também que termina a Linha 1 do metrô de Salvador, cujas obras de ampliação, a partir da Estação Pirajá, estão programadas para começar a partir do próximo ano.

Conforme explicou em nota a Seinfra, as empresas que se interessarem em participar do processo de licitação, já podem conhecer e consultar os documentos prévios, que lhes permitirão planejar os projetos  para a obra que farão parte da licitação, prevista para acontecer nos primeiros meses de 2017 do próximo ano. A previsão é que as obras comecem também em 2017 , com estimativas de que a nova Rodoviária fique pronta um ano e meio após o início das intervenções. 

Conforme esclareceu o secretário de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, ainda não foi definido como se dará o processo de concessão, nem se do montante previsto de R$ 100 milhões de custo da obra, qual será o total de investimento do Governo do Estado. “Vamos investir para que a nova Rodoviária seja um terminal moderno e funcional, que possa atender a população com conforto e segurança, além de trabalhar de forma integrada com os modais de transporte da cidade”, ressaltou.

Multimodal

A nova rodoviária de Salvador vai estar na confluência de três sistemas de mobilidade urbana de Salvador. Ali irá convergir a Linha 1 do Metrô, o BRT (Veículo Rápido por ônibus) operando em faixa exclusiva, e o transporte municipal e intermunicipal de passageiros, além da ligação rodoviária para acessar o VLT (Veículo Leve sobre Trilho), no bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário.

Além da projeção da cidade para os seus limites territoriais,  a região de Águas Claras será interligada à Orla Marítima, através da Avenida 29 de março, que vai passar por Cajazeiras, Estrada Velha do Aeroporto até a Avenida Paralela, e de lá, até Piatã. Segundo a Seinfra, a nova rodoviária será um complexo intermodal, que será instalado em uma área de 202 mil metros quadrados e onde abrigará diferentes serviços de transportes, com terminais para ônibus urbanos e metropolitanos e intermunicipal e interestadual, estação de metrô e linha do BRT. Ainda irá reservar espaço para o comércio, como pequenas lojas e restaurantes.

Segundo a Seinfra, a Avenida 29 de Março, ligando a região à Orla Marítima, com 20 quilômetros de extensão, tem investimento de R$ 581,5 milhões, estando com 44% da obra já concluída.  Já a ligação com o Subúrbio Ferroviário, permitindo a interligação com o VLT, que vai de Paripe até o Comércio, será feita pela BA-528 (Estrada do Derba). O VLT, ainda está na fase de projeto e tem licitação prevista para este ano Terá 18,5 quilômetros de extensão e 21estações, projetado para transportar 200 mil pessoas por dia, a um custo total da obra de R$ 1,1 bilhão.

Ainda segundo o secretário Marcus Cavalcanti, o Governo do Estado ainda não definiu o que será feito das instalações da atual rodoviária, que fica na Região do Iguatemi. “O antigo equipamento será desativado e ficará a disposição do Estado, para uma nova destinação, a ser definida”, disse. 

As estimativas indicam que quando ficar pronta, a nova rodoviária poderá atender a um publico de até 84 mil pessoas, diariamente.   

Gestora do atual terminal confirma participação no processo

Atual gestora do Terminal Rodoviário de Salvador, a Sinart - Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico – sinalizou que vai participar do processo de licitação para operar a nova rodoviária, que deverá somente ocorrer  em 2017. Em operação desde 1974, quando com recursos próprios construiu a atual Estação Rodoviária de Salvador, a empresa venceu a última licitação, em 2005.

Segundo explicou um dos diretores, Reinaldo de Góes, o prazo de concessão da Sinart com o Governo do Estado, dono do terreno onde hoje funciona a rodoviária, termina no final deste ano, mas deverá ser prorrogado até o final de 2017. Ele explicou que antes mesmo de iniciar o processo licitatório para a construção da nova rodoviária, que vai funcionar no bairro de Águas Claras, na BR-324, deverá ocorrer audiências públicas.

Para ele, será preciso que nessa audiência, além dos aspectos técnicos, que sejam explicadas as razões para que seja construído um novo equipamento, quando o atual ainda opera com ociosidade. “Hoje nos operamos com pouco mais de um terço da nossa capacidade”, disse, afirmando que de 700 mil passageiros/mês (embarcados e desembarcados ) a rodoviária opera com aproximadamente 500 mil, em média.

Destino

Sobre a atual área, de 150 mil metros quadrados, o diretor da Sinart disse que não  se manifestaria sobre um possível interesse da empresa. “O terreno e o equipamento, que foi construído com recursos próprios, são  do Governo do Estado”, resumiu. “O que podemos afirmar é que o Terminal Rodoviário de Salvador é o único no País que tem saída diretamente numa rodovia, sem interferir no trânsito local. Quanto ao seu acesso, a construção de uma alça de viaduto resolveria o problema”., disse.

 Além do Terminal Rodoviário de Salvador, a Sinart opera terminais rodoviários nos estados do Pará, Rio de Janeiro, Minas gerais, ceará e Alagoas, e ainda o Aeroporto Internacional de Porto Seguro. Atua também no trade turístico, rede de hotelaria e na administração de estacionamentos privados em todo o País. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

As melhores e piores cidades do Brasil em qualidade de vida

27/09/2016 - Exame.com

Buritizal (SP)
Buritizal (SP): A cidade lidera o topo do ranking das 100 melhores cidades em qualidade de vida

Valéria Bretas 

São Paulo – Considerando os 5,5 mil municípios do Brasil, as 100 cidades a seguir são as que apresentam o melhor e o pior quadro de bem-estar no país, segundo um levantamento inédito do Observatório das Metrópoles, coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O estado de São Paulo domina o topo do ranking com oito cidades nas primeiras poisções. Considerada a cidade mais organizada do estado, Buritizal, no norte de São Paulo, lidera a lista com índice de 0.951. Quanto mais próximo de 1,0, melhor é a condição de bem-estar da cidade.

Para chegar ao resultado, o estudou levou em conta cinco fatores de qualidade: mobilidade urbana, condições ambientais e habitacionais, serviços coletivos urbanos e infraestrutura.

De acordo com a pesquisa, mais da metade dos municípios estão em condições ruins com o atendimento adequado de água e esgoto, coleta de lixo e atendimento de energia.

Para Marcelo Ribeiro, professor da UFRJ e pesquisador do Observatório, o levantamento revela uma desigualdade regional. Sudeste e Sul abrigam as cidades com as melhores condições de vida e Norte e Nordeste, os piores. 

Veja a lista das 100 melhores e piores cidades do Brasil em bem-estar. 

AS MELHORES

Cidade Estado Índice Ranking
Buritizal São Paulo 0,951
Santa Salete São Paulo 0,941
Taquaral São Paulo 0,937
Dirce Reis São Paulo 0,936
Santana da Ponte Pensa São Paulo 0,936
Fernão São Paulo 0,934
Águas de São Pedro São Paulo 0,934
Pompéia São Paulo 0,932
Antônio Prado de Minas Minas Gerais 0,931
Votuporanga São Paulo 0,931 10º
Santana de Cataguases Minas Gerais 0,930 11º
Cândido Rodrigues São Paulo 0,929 12º
Mira Estrela São Paulo 0,929 13º
Balneário Camboriú Santa Catarina 0,928 14º
Santa Fé do Sul São Paulo 0,928 15º
Pontes Gestal São Paulo 0,927 16º
Palmital São Paulo 0,927 17º
Estrela d'Oeste São Paulo 0,927 18º
Bálsamo São Paulo 0,926 19º
Laranjal Minas Gerais 0,925 20º
Osvaldo Cruz São Paulo 0,925 21º
Tarumã São Paulo 0,925 22º
Itaú de Minas Minas Gerais 0,925 23º
Santa Clara d'Oeste São Paulo 0,925 24º
Florínia São Paulo 0,924 25º
Oscar Bressane São Paulo 0,924 26º
Dracena São Paulo 0,924 27º
Maringá Paraná 0,924 28º
Sebastianópolis do Sul São Paulo 0,924 29º
Turmalina São Paulo 0,923 30º
Gavião Peixoto São Paulo 0,923 31º
Jumirim São Paulo 0,923 32º
Três Fronteiras São Paulo 0,923 33º
Cristais Paulista São Paulo 0,922 34º
Nuporanga São Paulo 0,922 35º
Rio Doce Minas Gerais 0,921 36º
São João da Boa Vista São Paulo 0,921 37º
Jales São Paulo 0,920 38º
São Pedro do Turvo São Paulo 0,920 39º
Santa Rita d'Oeste São Paulo 0,919 40º
Estiva Gerbi São Paulo 0,919 41º
Pedrinhas Paulista São Paulo 0,919 42º
Gabriel Monteiro São Paulo 0,919 43º
Umuarama Paraná 0,919 44º
São Joaquim da Barra São Paulo 0,919 45º
Lençóis Paulista São Paulo 0,919 46º
Orindiúva São Paulo 0,919 47º
Jandaia do Sul Paraná 0,918 48º
Presidente Prudente São Paulo 0,918 49º
Murutinga do Sul São Paulo 0,918 50º
Nantes São Paulo 0,918 51º
Franca São Paulo 0,918 52º
Bastos São Paulo 0,918 53º
Itapira São Paulo 0,918 54º
Elisiário São Paulo 0,917 55º
Zacarias São Paulo 0,917 56º
Iracemápolis São Paulo 0,917 57º
Jaboticabal São Paulo 0,917 58º
Americana São Paulo 0,917 59º
Tupã São Paulo 0,916 60º
São João de Iracema São Paulo 0,916 61º
Limeira São Paulo 0,916 62º
Bariri São Paulo 0,916 63º
Cerquilho São Paulo 0,916 64º
Junqueirópolis São Paulo 0,916 65º
Corumbataí São Paulo 0,916 66º
Rifaina São Paulo 0,916 67º
Monte Alto São Paulo 0,916 68º
Sales Oliveira São Paulo 0,916 69º
Jaú São Paulo 0,916 70º
Guaíra São Paulo 0,916 71º
Borá São Paulo 0,916 72º
Lucianópolis São Paulo 0,916 73º
São João Nepomuceno Minas Gerais 0,916 74º
Luís Antônio São Paulo 0,916 75º
Jaguaraçu Minas Gerais 0,915 76º
São José do Rio Pardo São Paulo 0,915 77º
Ourinhos São Paulo 0,915 78º
Fernandópolis São Paulo 0,915 79º
Araporã Minas Gerais 0,915 80º
São Sebastião da Grama São Paulo 0,915 81º
Itatiba São Paulo 0,915 82º
Parisi São Paulo 0,915 83º
Patrocínio Paulista São Paulo 0,914 84º
Monte Sião Minas Gerais 0,914 85º
São José do Rio Preto São Paulo 0,914 86º
Alfredo Marcondes São Paulo 0,914 87º
Indiaporã São Paulo 0,914 88º
Cachoeira Dourada Minas Gerais 0,914 89º
José Bonifácio São Paulo 0,914 90º
Cruzália São Paulo 0,914 91º
São João das Duas Pontes São Paulo 0,913 92º
Oriente São Paulo 0,913 93º
Bilac São Paulo 0,913 94º
Nova Luzitânia São Paulo 0,913 95º
Uru São Paulo 0,913 96º
São Jorge do Ivaí Paraná 0,913 97º
Ibirarema São Paulo 0,913 98º
Poços de Caldas Minas Gerais 0,913 99º
Jaborandi São Paulo 0,913 100º
AS PIORES

Cidade Estado Índice Ranking
Turiaçu Maranhão 0,580 5465º
Mirinzal Maranhão 0,579 5466º
Campos Lindos Tocantins 0,579 5467º
Chaves Pará 0,578 5468º
Mocajuba Pará 0,578 5469º
Miguel Alves Piauí 0,576 5470º
Manoel Urbano Acre 0,576 5471º
Lago Verde Maranhão 0,576 5472º
Riacho Frio Piauí 0,576 5473º
Nova Mamoré Rondônia 0,575 5474º
Ulianópolis Pará 0,575 5475º
Uarini Amazonas 0,575 5476º
Porto Acre Acre 0,574 5477º
Olinda Nova do Maranhão Maranhão 0,573 5478º
Santa Isabel do Pará Pará 0,573 5479º
Japeri Rio de Janeiro 0,573 5480º
Nova Ipixuna Pará 0,573 5481º
Marajá do Sena Maranhão 0,573 5482º
Águas Lindas de Goiás Goiás 0,572 5483º
Tailândia Pará 0,571 5484º
Itaperuçu Paraná 0,570 5485º
Governador Newton Bello Maranhão 0,570 5486º
Satubinha Maranhão 0,569 5487º
Santa Cruz do Arari Pará 0,569 5488º
Anajás Pará 0,569 5489º
Humberto de Campos Maranhão 0,568 5490º
Novo Santo Antônio Mato Grosso 0,568 5491º
Ananindeua Pará 0,568 5492º
Uiramutã Roraima 0,567 5493º
Bacuri Maranhão 0,566 5494º
Joaquim Gomes Alagoas 0,566 5495º
São Félix do Xingu Pará 0,566 5496º
Maracaçumé Maranhão 0,565 5497º
São José de Ribamar Maranhão 0,564 5498º
Curionópolis Pará 0,564 5499º
Breves Pará 0,563 5500º
Bragança Pará 0,563 5501º
Guimarães Maranhão 0,563 5502º
Oeiras do Pará Pará 0,562 5503º
Icatu Maranhão 0,561 5504º
Placas Pará 0,561 5505º
Floresta do Araguaia Pará 0,560 5506º
Gurupá Pará 0,560 5507º
Santo Amaro do Maranhão Maranhão 0,559 5508º
Luís Domingues Maranhão 0,559 5509º
Benevides Pará 0,559 5510º
Atalaia do Norte Amazonas 0,558 5511º
Santa Maria das Barreiras Pará 0,558 5512º
São Benedito do Rio Preto Maranhão 0,558 5513º
Santo Antônio do Tauá Pará 0,557 5514º
Laranjal do Jari Amapá 0,557 5515º
Junco do Maranhão Maranhão 0,556 5516º
Augusto Corrêa Pará 0,555 5517º
Muaná Pará 0,555 5518º
Governador Nunes Freire Maranhão 0,555 5519º
Araçoiaba Pernambuco 0,555 5520º
Itupiranga Pará 0,554 5521º
São João do Araguaia Pará 0,554 5522º
Jacundá Pará 0,553 5523º
Jacareacanga Pará 0,550 5524º
Cachoeira Grande Maranhão 0,550 5525º
Porto Walter Acre 0,549 5526º
Jutaí Amazonas 0,548 5527º
Viseu Pará 0,548 5528º
Porto de Moz Pará 0,548 5529º
Portel Pará 0,548 5530º
Moju Pará 0,547 5531º
Prainha Pará 0,547 5532º
Turilândia Maranhão 0,546 5533º
Carutapera Maranhão 0,545 5534º
Belágua Maranhão 0,544 5535º
Penalva Maranhão 0,543 5536º
Anapu Pará 0,540 5537º
São Bento Maranhão 0,539 5538º
Santa Isabel do Rio Negro Amazonas 0,537 5539º
Santa Bárbara do Pará Pará 0,536 5540º
Nova Esperança do Piriá Pará 0,536 5541º
Cururupu Maranhão 0,535 5542º
Apicum-Açu Maranhão 0,535 5543º
Vitória do Jari Amapá 0,534 5544º
Benjamin Constant Amazonas 0,534 5545º
Araguanã Maranhão 0,533 5546º
Central do Maranhão Maranhão 0,533 5547º
São João de Pirabas Pará 0,531 5548º
Aveiro Pará 0,531 5549º
Pedro do Rosário Maranhão 0,530 5550º
Serrano do Maranhão Maranhão 0,525 5551º
Curralinho Pará 0,523 5552º
Eldorado dos Carajás Pará 0,522 5553º
São Paulo de Olivença Amazonas 0,521 5554º
Novo Aripuanã Amazonas 0,520 5555º
Tonantins Amazonas 0,520 5556º
Conceição do Lago-Açu Maranhão 0,520 5557º
Santo Antônio do Içá Amazonas 0,518 5558º
Tartarugalzinho Amapá 0,513 5559º
Pedra Branca do Amapari Amapá 0,494 5560º
Amaturá Amazonas 0,494 5561º
Marituba Pará 0,493 5562º
Pacajá Pará 0,484 5563º
Vitória do Xingu Pará 0,474 5564º
Presidente Sarney Maranhão 0,444 5565º

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Governo divulga lista de 32 cidades-gêmeas nacionais

20/07/2016 - Agência Estado

Brasília, 20 - O Ministério da Integração Nacional publicou no Diário Oficial da União (DOU) a lista das chamadas cidades-gêmeas brasileiras. A relação traz 32 cidades-gêmeas, localizadas nos Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

De acordo com a portaria, são considerados cidades-gêmeas "os municípios cortados pela linha de fronteira, seja essa seca ou fluvial, articulada ou não por obra de infraestrutura, que apresentem grande potencial de integração econômica e cultural, podendo ou não apresentar uma conurbação ou semiconurbação com uma localidade do país vizinho, assim como manifestações 'condensadas' dos problemas característicos da fronteira, que aí adquirem maior densidade, com efeitos diretos sobre o desenvolvimento regional e a cidadania".

"Não serão consideradas cidades-gêmeas aquelas que apresentem, individualmente, população inferior a 2 mil habitantes", diz o texto. "Os municípios designados como localidades fronteiriças vinculadas em acordos internacionais celebrados pela República Federativa do Brasil e ratificados pelo Congresso Nacional, que não constam da lista serão considerados equiparados às cidades-gêmeas", acrescenta.

Segundo o governo, a edição da portaria com o conceito de cidades-gêmeas e a relação das localidades que se enquadram nessa condição levou em consideração "as crescentes demandas pelos municípios de políticas públicas específicas para estas cidades" e a importância delas "para a integração fronteiriça e, consequentemente, para a integração sul-americana".

terça-feira, 5 de abril de 2016

Israelenses ajudam a construir, no Ceará, a primeira cidade inteligente para população de baixa renda


05/04/2016 06:00 - Conib.com

Em Croatá, distrito do município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, está sendo construída a primeira smart city social do país, uma cidade inteligente que atenderá área com forte déficit habitacional e de outros serviços. Será o primeiro protótipo real de uma cidade inteligente para população de baixa renda. Lotes residenciais custam a partir de R$ 24.300,00, que podem ser pagos em 120 vezes, corrigidos pelo INCC e, após a entrega, pelo IGPM.

A nova cidade se chama Croatá Laguna Ecopark e é uma iniciativa conjunta de duas organizações italianas, Planeta Idea e SocialFare - Centro para Inovação Social, com a StarTAU, Centro de Empreendedorismo da Universidade de Tel Aviv, que compartilham esforços para gerar impacto social e tecnológico.

Conhecedores da posição de Israel como líder nos setores de alta tecnologia, os italianos buscaram este mês em Tel Aviv startups e tecnologias altamente inovadoras que vão forjar o futuro das cidades inteligentes no Brasil.

As três empresas israelenses que participarão são Magos, fabricante de radares para segurança, GreenIQ?­, sistema que controla a irrigação com base na previsão do tempo, economizando até 50% de água, ePixtier, plataforma em nuvem que fornece mapas em 3D, permitindo planejamento e gerenciamento eficientes das cidades.

Em vez de morar em um bairro anônimo do subúrbio, o habitante estará imerso num sistema social integrado, com sinal wi-fi liberado, aplicativos específicos para serviços de transporte alternativo, compartilhamento de bicicletas e motos, pagamentos via smartphone, além de reaproveitamento das águas residuais, controle computadorizado da iluminação pública e praças dotadas de equipamentos esportivos que geram energia.

A tecnologia também oferecerá ajuda para desenvolver programas sociais, como cursos de prevenção médica, nutrição, alfabetização digital e hortas compartilhadas.

A ideia da smart city social insere-se em um contexto internacional que identifica, sobretudo nos países emergentes, dois fenômenos: 1) os fluxos migratórios dos campos levarão a população que vive nas cidades dos atuais 50% a um percentual de 80% nos próximos 25 anos; 2) 27% da população mundial têm menos de 15 anos. Isso quer dizer que, nos próximos anos, essas pessoas entrarão para o mercado de trabalho e precisarão de casas e serviços. “Essa tipologia de cidade nasce para gerir de forma ordenada tais fluxos com serviços inovadores”, disse Gianni Savio, diretor geral da Planet Idea, à revista Comunità Italiana.

A previsão é concluir a primeira fase dos trabalhos em 2016, constituída por 150 casas e toda a infraestrutura. O projeto deve ficar pronto no final de 2017. Croatá faz parte de uma região valorizada por causa do crescimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que está destinado a se tornar, até 2025, o segundo porto em movimentação de cargas, depois do Porto de Santos.

Os seis pilares da smart city social são: planejamento urbano e organização, arquitetura além das regras tradicionais da habitação social, tecnologia dedicada, mobilidade inteligente, vida comunitária, energia limpa.

sábado, 12 de março de 2016

As 200 cidades mais populosas do Brasil

Nao considerando aglomeraçoes urbanas. Fonte IBGE 2014. 

SP São Paulo 11.895.893
RJ Rio de Janeiro 6.453.682

BA Salvador 2.902.927
DF Brasília 2.852.372
CE Fortaleza 2.571.896
MG Belo Horizonte 2.491.109
AM Manaus 2.020.301

PR Curitiba 1.864.416
PE Recife 1.608.488
10º RS Porto Alegre 1.472.482
11º PA Belém 1.432.844
12º GO Goiânia 1.412.364
13º SP Guarulhos 1.312.197
14º SP Campinas 1.154.617
15º MA São Luís 1.064.197
16º RJ São Gonçalo 1.031.903
17º AL Maceió 1.005.319

18º RJ Duque de Caxias 878.402
19º RN Natal 862.044
20º MS Campo Grande 843.120
21º PI Teresina 840.600
22º SP São Bernardo do Campo 811.489
23º RJ Nova Iguaçu 806.177
24º PB João Pessoa 780.738
25º SP Santo André 707.613
26º SP Osasco 693.271
27º SP São José dos Campos 681.036
28º PE Jaboatão dos Guararapes 680.943
29º SP Ribeirão Preto 658.059
30º MG Uberlândia 654.681
31º MG Contagem 643.476
32º SP Sorocaba 637.187
33º SE Aracaju 623.766
34º BA Feira de Santana 612.000

35º MT Cuiabá 575.480
36º SC Joinville 554.601
37º MG Juiz de Fora 550.710
38º PR Londrina 543.003
39º GO Aparecida de Goiânia 511.323

40º PA Ananindeua 499.776
41º RJ Niterói 495.470
42º RO Porto Velho 494.013
43º RJ Campos dos Goytacazes 480.648
44º RJ Belford Roxo 479.386
45º ES Serra 476.428
46º RS Caxias do Sul 470.223
47º ES Vila Velha 465.690
48º SC Florianópolis 461.524
49º RJ São João de Meriti 460.711
50º SP Mauá 448.776
51º AP Macapá 446.757
52º SP São José do Rio Preto 438.354
53º SP Santos 433.565
54º SP Mogi das Cruzes 419.839
55º MG Betim 412.003
56º SP Diadema 409.613
57º PB Campina Grande 402.912

58º SP Jundiaí 397.965
59º PR Maringá 391.698
60º MG Montes Claros 390.212
61º SP Carapicuíba 390.073
62º PE Olinda 388.821
63º SP Piracicaba 388.412
64º ES Cariacica 378.915
65º SP Bauru 364.562
66º AC Rio Branco 363.928
67º GO Anápolis 361.991
68º SP São Vicente 353.040
69º ES Vitória 352.104
70º CE Caucaia 349.526
71º SP Itaquaquecetuba 348.739
72º PE Caruaru 342.328
73º RS Pelotas 342.053
74º BA Vitória da Conquista 340.199
75º RS Canoas 339.979
76º SP Franca 339.461
77º PR Ponta Grossa 334.535
78º SC Blumenau 334.002
79º PE Petrolina 326.017
80º PE Paulista 319.769
81º MG Ribeirão das Neves 319.310
82º MG Uberaba 318.813
83º RR Boa Vista 314.900
84º PR Cascavel 309.259
85º SP Guarujá 308.989

86º SP Taubaté 299.423
87º RJ Petrópolis 298.017
88º SP Limeira 294.128
89º SP Praia Grande 293.695
90º PR São José dos Pinhais 292.934
91º PA Santarém 290.521
92º RN Mossoró 284.288
93º SP Suzano 282.441
94º BA Camaçari 281.413
95º MG Governador Valadares 276.995
96º RS Santa Maria 274.838
97º RS Gravataí 270.689
98º SP Taboão da Serra 268.321
99º MT Várzea Grande 265.775
100º TO Palmas 265.409
  UF Cidade População
101º CE Juazeiro do Norte 263.704
102º PR Foz do Iguaçu 263.647
103º SP Sumaré 262.308
104º RJ Volta Redonda 262.259
105º SP Barueri 259.555
106º SP Embu das Artes 259.053
107º PA Marabá 257.062
108º MG Ipatinga 255.266
109º MA Imperatriz 252.320
110º RS Viamão 251.033
111º RS Novo Hamburgo 248.251
112º SP São Carlos 238.958
113º RN Parnamirim 235.983
114º RJ Magé 233.634
115º SP Marília 230.336
116º MG Sete Lagoas 229.887
117º PR Colombo 229.872
118º RJ Macaé 229.624
119º AL Arapiraca 229.329
120º MG Divinópolis 228.643
121º SC São José 228.561
122º RJ Itaboraí 227.168
123º RS São Leopoldo 226.988
124º SP Americana 226.970
125º SP Indaiatuba 226.602
126º SP Cotia 225.306
127º SP Jacareí 224.826
128º SP Araraquara 224.304
129º SP Presidente Prudente 220.599
130º SP Itapevi 220.250
131º CE Maracanaú 219.749
132º BA Itabuna 218.925
133º BA Juazeiro 216.588
134º MG Santa Luzia 214.830
135º SP Hortolândia 212.527
136º MT Rondonópolis 211.718
137º MS Dourados 210.218
138º RS Rio Grande 207.036
139º ES Cachoeiro de Itapemirim 206.973
140º RS Alvorada 205.683
141º SC Criciúma 204.667
142º RJ Cabo Frio 204.486
143º GO Rio Verde 202.221
144º SC Chapecó 202.009
145º SC Itajaí 201.557

146º CE Sobral 199.750
147º SP Rio Claro 198.413
148º PE Cabo de Santo Agostinho 198.383
149º RS Passo Fundo 195.620
150º SP Araçatuba 191.662
151º GO Luziânia 191.139
152º SP Santa Bárbara d'Oeste 189.233
153º BA Lauro de Freitas 188.013
154º PA Castanhal 186.895
155º RJ Angra dos Reis 184.940
156º RJ Nova Friburgo 184.460
157º PA Parauapebas 183.352
158º SP Ferraz de Vasconcelos 182.544
159º GO Águas Lindas de Goiás 182.526
160º BA Ilhéus 182.350
161º RJ Barra Mansa 179.697
162º PR Guarapuava 176.973
163º SE Nossa Senhora do Socorro 174.974
164º MA São José de Ribamar 172.402
165º MG Ibirité 171.932
166º RJ Teresópolis 171.482
167º RJ Mesquita 170.473
168º TO Araguaína 167.176
169º SP Francisco Morato 166.505
170º SP Itu 165.511
171º SP Itapecerica da Serra 165.327
172º MA Timon 163.342
173º MG Poços de Caldas 162.379
174º BA Jequié 161.150
175º ES Linhares 160.765
176º MA Caxias 160.291
177º SC Jaraguá do Sul 160.143
178º SP Pindamonhangaba 158.864
179º SP Bragança Paulista 158.856
180º SC Lages 158.846
181º RJ Nilópolis 158.299
182º SP São Caetano do Sul 157.205
183º BA Teixeira de Freitas 155.659
184º SP Itapetininga 155.436
185º SC Palhoça 154.244
186º BA Alagoinhas 153.560
187º PE Camaragibe 152.840
188º BA Barreiras 152.208
189º GO Valparaíso de Goiás 150.005
190º PR Paranaguá 149.467
191º PI Parnaíba 149.348
192º PA Abaetetuba 148.873
193º MG Patos de Minas 147.614
194º SP Mogi Guaçu 146.114
195º SP Franco da Rocha 143.817
196º BA Porto Seguro 143.282
197º RJ Maricá 143.111
198º RJ Queimados 142.709
199º MG Pouso Alegre 142.073
200º SP Jaú 141.703